RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2016

Durante o ano de 2016, a actividade do IPRC não se afastou significativamente da dos anos anteriores, mantendo as orientações conformes gerais aos seus fins estatutários. Privilegiou-se assim uma vez mais a estreita relação que tem mantido com a Associação Portuguesa de Arritmologia, Pacing e Electrofisiologia (APAPE), de acordo com o protocolo definido entre as duas instituições, pelo que a maioria das iniciativas tiveram uma organização conjunta.

Neste contexto, as duas associações compartilharam em regra a vertente científica dos eventos, assumindo o IPRC a maior parte dos aspectos organizacionais, logísticos e de gestão financeira, aspectos para os quais está mais capacitada pelo facto de ser uma entidade autónoma, dispor de instalações próprias e de um secretariado dedicado, o que lhe confere maior eficiência e flexibilidade.

Mantendo-se as dificuldades da indústria a nível económico e as restrições que têm vindo a ser impostas ao seu apoio às iniciativas médicas, houve necessidade de nos adaptarmos e restringir algumas actividades. Assim, relativamente ao que se fazia em anos anteriores manteve-se reduzida a capacidade de dar apoio bibliográfico aos sócios, não se subsidiaram trabalhos publicados em revistas estrangeiras e não foram atribuídas bolsas de formação para a subespecialidade de electrofisiologia clínica.

Têm-se mantido assim algumas dificuldades na organização de eventos científicos, que como é sabido dependem largamente do apoio da indústria, devido às restrições impostas pelos reguladores nacionais e europeus, condicionando cada vez mais os locais e o tipo de apoios às reuniões médicas.


Actividades de rotina

O IPRC tem conseguido manter a sua sede no centro empresarial “Lagoas Park”, a qual, sendo bem localizada e devidamente apetrechada, tem permitido excelentes condições para a realização das sua actividades quotidianas.
O funcionamento do IPRC continua a ser assegurado pelo seu presidente em tempo parcial, assessorado por uma secretária de direcção em tempo completo, tendo-se verificado ainda a colaboração pontual de um pequeno número de sócios.

É da responsabilidade da secretária da direcção a manutenção das instalações, do material de escritório e rede informática; assegura ainda a reposição dos consumíveis; mantém os contactos necessários com a administração do centro empresarial no respeitante a serviços como portaria, limpeza das instalações, fornecimento de água e electricidade, ar condicionado, substituição de lâmpadas e outros materiais, reparação de danos ou avarias e segurança das instalações.

O secretariado assegura os contactos necessários para o funcionamento diário do instituto, tarefa sobretudo exigente no contexto da organização de eventos, que requer frequente interacção com as firmas da indústria, com os médicos e outros profissionais de saúde. Para estas funções tem de assegurar pessoalmente os contactos telefónicos e a recepção/envio de correspondência por via postal ou electrónica. Mantém ainda a contabilidade corrente, emitindo facturas e passando recibos, sob orientação e em conexão quase diária com a firma de contabilidade; tem por fim a seu cargo a organização e manutenção dos diversos arquivos e ficheiros do instituto.

O presidente do IPRC coordena de forma regular toda a actividade do instituto, assegurando nomeadamente a parte organizativa e a logística das diversas reuniões e cursos. Para este efeito desloca-se à sede regularmente (duas tardes por semana) e sempre que necessário para reuniões organizativas, sessões de formação e outras actividades.

Durante o ano de 2016, o instituto recorreu sempre que necessário aos serviços do seu advogado (Dr. Luís Macedo), sobretudo sobre assuntos relacionados com alterações estatutárias impostas pela Segurança Social.

Foram realizadas as Assembleias Gerais de acordo com o definido nos estatutos, tendo sido discutidos e aprovados o Relatório de Actividades e as Contas referentes ao ano 2016 e aprovado o Orçamento e o Plano de Actividades para 2017.

A contabilidade do IPRC continuou a ser organizada pela firma J. Patrocínio Ld.ª com a qual o secretariado mantém um intercâmbio regular, havendo reuniões periódicas do seu responsável com o presidente do IPRC para acompanhamento das contas e elaboração dos orçamentos anuais. As contas referentes a 2016 e o orçamento relativo a 2017 foram aprovados no ano em questão pelo Conselho Fiscal.



REUNIÕES CIENTÍFICAS

Reuniões Internacionais de Arritmias

A reunião anual “Arritmias 2016 foi realizada tal como nas anteriores no Hotel Cascais Miragem, tendo tido lugar a 20 e 21 de Fevereiro.

A Comissão Organizadora integrou como é habitual elementos das Direcções da APAPE e do IPRC, tendo procedido à elaboração do programa, para o que se reuniu por diversas vezes na sede do IPRC. Como tem sido acordado desse o início destas reuniões, o IPRC centralizou os seus aspectos organizacionais e logísticos, com o apoio de uma firma especializada (de novo escolhida a firma “Xarm produção de eventos”), tendo assegurado os múltiplos aspectos da organização (contratação e posteriores contactos com a administração do hotel da reunião, secretariado local, serviço de hospedeiras, meios audiovisuais, iluminação e decoração das salas e espaço da exposição técnica, elaboração da imagem gráfica da reunião e sua aplicação a telas, cartazes, programas, menus e certificados, aquisição de pastas, montagens e desmontagens da exposição técnica; alojamento dos participantes, refeições e coffe-breaks, viagens aéreas e transfers dos convidados estrangeiros).

O presidente do IPRC manteve o controlo de todos os aspectos da organização da reunião, intervindo activamente a nível da elaboração do programa (integrou a Comissão Organizadora), escolha do local da reunião, selecção da sua imagem gráfica, decoração de espaços, selecção dos menus, etc. Assegurou os contactos pessoais com os representantes da indústria, discutindo os pormenores da participação de cada casa, nomeadamente o aluguer de espaços na exposição técnica ou hospitality suites, a realização de simpósios satélite, o apoio à participação de prelectores e moderadores, a gestão das listas de inscrições, o apoio às deslocações dos convidados estrangeiros e o alojamento dos participantes. Foi por fim o responsável pela gestão financeira da reunião, tendo superintendido a facturação relacionada com os apoios da indústria e procedido ao apuramento das contas finais.

A reunião contou com 273 inscrições, entre médicos (arritmologistas, internos de cardiologia e cardiologistas gerais), técnicos de cardiopneumologia e enfermeiros dedicados a esta área.

O número de participantes activos foi de 85, englobando os prelectores, moderadores e membros de painéis, dos quais 78 eram médicos (nove destes eram convidados estrangeiros), cinco técnicos cardiopneumologistas e dois enfermeiros.

Do programa fez parte uma vez mais o “Simpósio Luso-Brasileiro”, em colaboração com a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC), representada pela sua presidente (Profª Denise Ashul), que co-moderou a respectiva mesa. Tiveram lugar três mesas redondas médicas, uma de enfermagem e técnicos cardiopneumologistas e uma mista. Para além de três conferências por convidados estrangeiro, houve ainda uma sessão de controvérsia, outra de casos clínicos e uma sessão especial de debate com os presidentes da Sociedade Europeia e Sociedade Portuguesa de Cardiologia sobre o impacto actual da arritmologia nacional. Da manhã do primeiro dia constou a exemplo das reuniões anteriores uma sessão de “Temas em foco”, compreendendo um painel de discussão que integrava arritmologistas e cardiologistas gerais em que se discutiu o tema “Como lidar com o doente com um dispositivo implantável”, sendo a discussão dinamizada pelos coordenadores com base em casos clínicos, cujas opções eram votadas previamente pelo painel com recurso a televoter. A sessão, largamente concorrida, suscitou intensa discussão, tendo sido unanimemente considerada um sucesso.

Os grandes temas da reunião foram o “mapeamento de arritmias complexas”, “ressincronização ventricular”, “avanços no conhecimento em arritmologia”, “extracção de eléctrodos”, “abordagem das disritmias ventriculares”, “novos dispositivos”, “anticoagulação na FA” e “ablação epicárdica de arritmias”.

Na exposição de posters, foi utlizada, tal como nos anos anteriores uma metodologia electrónica, tendo sido incluídas 41comunicações, número que excedeu uma vez mais o das reuniões anteriores. No final da reunião foi atribuído o tradicional prémio para o melhor poster (prémio Medtronic), seleccionado por um júri de peritos, nomeado para o efeito pela Comissão Organizadora, que desta vez englobou cinco elementos.

As 10 casas da indústria de dispositivos médicos e laboratórios clínicos que apoiaram a reunião, participaram a nível da exposição técnica, disponibilizando a maioria outros tipos de colaboração, como o apoio à deslocação e alojamento dos convidados estrangeiros, inscrição de participantes, apoio à exposição de posters electrónicos ou disponibilização das pastas. Para além de sete stands na exposição técnica, três casas dispunham de hospitality-suites onde faziam demonstrações dos seus produtos ou recebiam os seus convidados. Foram ainda organizados dois simpósios da indústria desta vez na sala principal, antes do início do almoço.

A reunião candidatou-se ao com sucesso ao patrocínio científico pela EBAC (European Board for Accreditation in Cardiology), pelo que foi realizado o controlo de entradas, tendo sido entregues comprovativos com os créditos atribuídos à presença na reunião.

Para além da mesa do secretariado da reunião, destinada ao acolhimento dos participantes com a entrega das pastas e badges, havia uma mesa do IPRC com materiais a disponibilizar aos participantes e outra da Associação Portuguesa de Portadores de Pacemaker e CDI’s.

Durante a reunião foi distribuído um número do jornal NewsFarma que incluiu  uma introdução genérica e de boas vindas elaborada pelos Co-presidentes da reunião e diversos textos acerca de algumas das sessões, da responsabilidade de moderadores e/ou prelectores que intervieram nas mesmas.

A partir de Julho de 2016 foi iniciada pela APAPE e IPRC a organização da reunião internacional de 2017 (designada por “Arritmias 2017”). Foi decidido manter a reunião uma vez mais no Hotel Cascais Miragem, tendo as datas seleccionadas sido 3 e 4 de Fevereiro de 2017. Para apoio ao secretariado foi escolhida uma vez mais a firma Xarm Eventos. Foram definidos pelas Direcções da APAPE e IPRC o preço das inscrições e dos espaços na exposição técnica, tendo sido enviadas pelo IPRC cartas a todos os laboratórios e firmas de dispositivos que operam em Portugal, anunciando a reunião, data, localização e preços e convidando-os a participar. Tendo sido escolhida pelas duas associações uma Comissão Organizadora englobando membros de ambas as direcções, esta reuniu por diversas vezes para elaborar o programa científico, tendo a reunião sido anunciada aos sócios no site do IPRC e órgãos da Sociedade Portuguesa de Cardiologia. Foi enviado por mail um primeiro anúncio da reunião constando dele os grandes temas que serão abordados. No dia 26 de Outubro foi realizada na sede do IPRC a habitual reunião com a Indústria, em que foi apresentada a reunião e escolhidos os espaços da exposição técnica e hospitality-suites.

No final do ano estavam praticamente concluídos os principais aspectos da organização a reunião, que garantiu o apoio das mesmas casas da indústria que participaram na reunião anterior, as quais reservaram sete espaços na exposição técnica e três hospitality-suites; vão ainda ser realizados pelo menos dois simpósios da indústria que terão lugar na sala principal, antes dos almoços.


Reunião Anual da Área de Pacing

No dia 26 de Maio de 2016 teve lugar na sala de reuniões do Hotel Montebelo Vista Alegre em Ílhavo (Aveiro) a Reunião Anual dos Centros de Pacing 2016, organização conjunta da APAPE e IPRC. A coordenação científica pertenceu aos presidentes das duas instituições e à vice-presidente da APAPE para a área de Pacing, tendo a logística sido assegurada pelo IPRC com o apoio da empresa de eventos Xarm.

Estiveram presentes 64 inscritos, representando a grande maioria dos centros nacionais de pacing, tendo a reunião tido o apoio das cinco casas da Indústria de dispositivos médicos que se dedicam a esta área, os quais se fizeram representar pelos seus corpos gerentes e diversos membros dos respectivos staffs.

O programa científico compreendeu na parte da manhã, de cunho essencialmente prático, três mesas dedicadas respectivamente à utilização do pacing em “bradiarritmas”, “ressincronização cardíaca” e “taquiarritmias”. A parte da tarde iniciou-se com uma sessão de homenagem ao Centro de Pacing do Hospital Infante D. Pedro (Aveiro) em que esta unidade teve a oportunidade de divulgar publicamente a sua actividade no campo da terapêutica das bradiarritmias. Seguiu-se uma apresentação pelo Vice-presidente da APAPE para a Área de Pacing, Dr. Pedro Marques, dos números disponíveis do registo nacional de pacing referentes ao ano de 2015. Por fim, teve lugar uma mesa de reflexão sobre temas mais teóricos como a organização de equipas híbridas na abordagem de situações arritmológicas, as potencialidades da implantação de dispositivos em regímen ambulatório e a discussão crítica de alguns aspectos metodológicos dos ensaios científicos.


Reunião de Electrofisiologia

A Reunião Anual de Electrofisiologia referente a 2016 ocorreu no dia 12 de Novembro de 2016 no “Hotel Palácio do Estoril”, tendo sido como habitualmente organizada de forma conjunta pela APAPE e pelo IPRC. A coordenação científica pertenceu aos presidentes das duas instituições, tendo a elaboração do programa sido da responsabilidade da vice-presidente da APAPE para a área de Electrofisiologia e do vice-presidente do IPRC. A logística da reunião foi assegurada pelo presidente e pelo secretariado do IPRC, com o apoio da empresa de eventos Xarm.

A reunião teve 70 inscrições número que ultrapassou largamente o dos anos anteriores , tendo estado representados quase todos os centros nacionais de electrofisiologia. A realização teve o apoio de seis firmas da indústria de dispositivos médicos, tendo estado presentes 35 membros dos respectivos staffs.

O programa compreendeu da parte da manhã duas mesas redondas, a primeira centrada nas novas tecnologias, abordando essencialmente as mais recentes técnicas de mapeamento na ablação de arritmias supraventriculares e ventriculares e a segunda mesa dedicada à ablação da fibrilhação auricular persistente. Na parte da tarde introduziu-se uma formatação inovadora, compreendendo uma primeira sessão que englobava três controvérsias sucessivas sobre temas polémicos recentemente publicados em revistas internacionais e para terminar uma sessão de casos clínicos centrados no tema geral da sessão (electrogramas / mapeamentos), seleccionados previamente por um Júri de entre todos os que fossem enviados pelos centros de electrofisiologia, sendo critério de selecção a utilização de novas metodologias e/ou a efectivação de procedimentos baseados em novos conceitos.

Esta reunião veio destacar uma vez mais a importância da organização de pequenas sessões em que são abordados problemas práticos entre as pessoas que utilizam as diversas técnicas e que discutem umas com as outras aquilo que fazem no seu dia-a-dia; foi assim possível suscitar uma larga participação dos assistente.


Registos Nacionais



Mantiveram-se os registos nacionais na área da arritmologia, coordenados pela Direcção da APAPE, tendo o IPRC dado o seu habitual apoio, contactando os centros no sentido de disponibilizarem os seus dados e no final, colaborando na elaboração dos textos a serem publicados na Revista Portuguesa de Cardiologia.


Registo de Electrofisiologia

Relativamente aos registos nacionais de electrofisiologia, mantiveram-se as dificuldades na colheita de dados presentes nos anos anteriores, na medida em que alguns centros continuam a não ter meios para transmitir electronicamente os dados, por não disporem de um programa informático adequado. Os dados referentes ao ano de 2015, foram recolhidos pela Vice-presidente da APAPE para a área de Electrofisiologia (Dr.ª Helena Gonçalves) que os apresentou na reunião Arritmias 2016 não tendo sido ainda publicados. Saiu entretanto a publicação do “Registo Nacional de Electrofisiologia Cardíaca (2013/2014)”  – Diogo Cavaco, Francisco Morgado, Daniel Bonhorst. Rev. Port. Cardiol. 2016;35(7-8):407-412.

Registo de Pacing

Apesar de se manterem as dificuldades na recolha dos dados dos registos de Pacing, que infelizmente foi possível recolher os dados da totalidade dos centros que forma apresentados pelo Dr. Pedro Marques  na reunião Arritmias 2016. Infelizmente os dados do pacing continuam sem ser publicados em Portugal situação que urge alterar sem demora; os dados disponíveis têm, sido enviados regularmente para o “The EHRA White Book” onde têm sido publicados.


PROJECTOS DE INVESTIGAÇÃO

Estudo Síncrone

Terminado em Abril de 2015 o follow-up dos doentes incluídos, e tendo sido goradas diversas tentativas junto dos centros, levadas a acabo pelo IPRC e pela monitora do estudo (da Key-point), para obter os dados em falta, decidiu-se avançar com a validação e tratamento dos dados existentes (72% dos 508 doentes incluídos tinham o follow-up completo).

Após a limpeza e validação dos dados disponíveis estes foram enviados à Key-point para o tratamento estatístico. Os dados foram então processados tentando-se cumprir os objectivos do estudo definido no respectivo protocolo. Até ao final do de 2016 foi apenas possível avançar com alguns estudos parcelares a partir de sub-grupos de doentes, os quais foram enviados para submissão ao Congresso Português de Cardiologia.

Bolsas de Formação

Desde 2013 não tem sido possível atribuir mais nenhuma Bolsa da Formação para médicos por falta de financiamento por parte da indústria.

Na Assembleia-geral do IPRC (19 de Fevereiro de 2016) foi discutido o assunto das bolsas, tendo havido consenso em que se deveria manter uma Bolsa anual, se bem que se devesse alterar o seu regulamento, visto terem-se modificado as circunstâncias que justificaram a sua atribuição.

O Dr. Mário Oliveira da Direcção da APAPE, juntamente com membros da Direcção do IPRC, procedeu à revisão do Estatuto das Bolsas, havendo a intenção de atribuir a primeira no início de 2017.

Foi reformulado o projecto inicial de uma Bolsa Luso-brasileira, encabeçado pelo IPRC e Sobrac, com anuência da Prof.ª Denise Haschul actual presidente desta última associação, tendo sido aprovado o respectivo estatuto. Espera-se que o primeiro bolseiro seja um médico brasileiro e que inicie o respectivo estágio no início do próximo ano.


Apoio bibliográfico

O IPRC manteve em 2016 o seu serviço de apoio bibliográfico, dirigido aos seus sócios, aos sócios da APAPE e a outros cardiologistas diferenciados em arritmologia. No âmbito deste serviço, são disponibilizadas por mail cópias de artigos científicos constantes de uma lista de revistas de referência desta área, anunciado no site do IPRC e divulgado junto dos sócios da APAPE.

Aos sócios do IPRC é dada a possibilidade de acesso directo às revistas on-line que o permitam.


PATROCÍNIOS CIENTÍFICOS

O IPRC manteve o seu patrocínio científico ao programa de Desfibrilhadores Externos Automáticos (DEA) de Guimarães, centralizado pelo Dr. Vítor Sanfins e apoiado Rotary Clube de Guimarães, o primeiro a ser implementado oficialmente no país após a publicação da legislação nesta área.


SITE DO IPRC

Em 2016, com a colaboração da web-designer Vanessa Krithinas, o site do IPRC manteve os conteúdos e imagem gráfica definidos no ano anterior.

Manteve-se actualizado o conteúdo informativo sobre o próprio IPRC, as reuniões e cursos por ele organizados assim como a divulgação da actividade científica nacional no campo das arritmias – incluída na rubrica “Arritmologia Portuguesa no Mundo”. Com o apoio da sócia do IPRC Dr.ª Katya Reis Santos tem sido possível coligir de forma sistemática a participação de autores portugueses nas mais importantes reuniões internacionais. Infelizmente o mesmo não tem sido possível em relação às publicações dos centros nacionais de arritmologia em revistas estrangeiras de referência, porque apesar de o solicitarmos, os centros não têm disponibilizado os respectivos dados.


Disponibilização das instalações

Durante o ano de 2016, foram realizadas na sede do IPRC diversas reuniões relacionadas com as suas actividades correntes, nomeadamente organização de eventos como a reunião anual de arritmias ou as reuniões de pacing e electrofisiologia.

Tal como habitual teve lugar na sede do IPRC em finais de Outubro a reunião com a indústria para apresentação da reunião “Arritmias 2017” e escolha dos espaços na exposição técnica.

O IPRC manteve a disponibilização das suas instalações para a realização de reuniões da indústria ou das unidades de arritmologia que o desejarem, mas o espaço continua subaproveitado.


Relações com outras instituições

Para além da relação privilegiada com a APAPE, o IPRC manteve ligações com a “Fundação Portuguesa de Cardiologia – Secção Norte” e com a Associação Portuguesa de Portadores de Pacemakers e CDIs (APPPC), tendo elementos da direcção desta última sido convidados pela Direcção do IPRC para estarem presentes na reunião “Arritmias 2016”.